Assista ao programa em que o enólogo Rogério Gomes da Quinta da Figueira mostra as dependências do vinho de garagem de Florianópolis.
Acesse o video aqui: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2TEHX442A3Q

Assista ao programa em que o enólogo Rogério Gomes da Quinta da Figueira mostra as dependências do vinho de garagem de Florianópolis.
Acesse o video aqui: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2TEHX442A3Q

Em Brasília, jantar harmonizado da importadora Mistral com a presença de Dominic Symington. Imperdível! Confira:




A degustação de champagne e espumantes vêm mudando ao longo do tempo. Prova disso é que o copo adequado a esse estilo de vinho foi o que mais sofreu alteração.

Inicialmente o copo aberto e raso era o usado para servir champagne no século XVIII e foi utilizado até os anos setenta. Não era um copo adequado, por armazenar pouca quantidade de vinho, permitir que o líquido esquentasse rapidamente pelo contato com as mãos e facilitava o dissipar das bolhas; esse era o grande apelo desse copo – deixar o degustador sentir o espocar das bolhas no rosto ao beber.

Posteriormente esse copo foi substituído pelo chamado Flute (flauta), que possui um cabo alto, bojo comprido e estreito e tem a finalidade de preservar o gás carbônico o maior tempo possível, garantindo assim a persistência do perlage (aquela fonte de bolhas que ficam subindo do fundo do copo).


Hoje isso está mudando novamente. Os copos Flute estão sendo substituídos por copos mais abertos, que permitem uma melhor apreciação dos aromas; o que fica prejudicado nos copos de bojo comprido e estreito. Os fabricantes já têm feito flutes adaptados, mantendo o cabo alto, bojo comprido, porém mais aberto que os tradicionais. Todavia, muita gente (eu me incluo) prefere os copos de vinho branco (ex: copos de Sauvignon Blanc) para apreciar champagne, pois eles enaltecem os aromas em relação às flutes (mesmos as adaptadas), permitindo maior prazer sensorial; principalmente em relação aos champagnes de safras antigas, em que o perlage já não é tão intenso e ao bebê-lo em taça flute o potencial aromático acaba sendo prejudicado.
Quando tomamos um vinho que vem de uma garrafa conhecida ou famosa, normalmente tecemos elogios, sem saber ao certo se aquele vinho é realmente o correspondente ao rótulo. Se colocarmos um bom vinho dentro de uma garrafa dessas, praticamente todos que provarem, avaliarão com parcialidade. É por isso que a falsificação de vinhos sempre existiu e está em alta hoje em dia. Os meliantes conseguem enganar quem tem dinheiro e passam a obter lucros estratosféricos.

Veja o vídeo em que um vinho de 30 dólares se passa por um de 500 dólares, comprovando que a embalagem influencia na percepção:
O leitor do DCV que imprimir essa página e levar na Central de Ingressos do Brasília Shopping, poderá adquirir até 02 ingressos para o Brinda Brasil ao valor de R$ 45,00 cada um. Vale lembrar que essa promoção só é válida para compra ANTECIPADA e que o valor normal é de R$ 50,00 cada ingresso. Aproveite. Mais de 100 rótulos e muitas novidades Começa neste sábado, dia 29 de setembro, a venda antecipada de ingressos para o Brinda Brasil – 2º Salão do Espumantede Brasília, que será realizado nos dias 19, 20 e 21 de outubro, no Pontão do Lago Sul.Os ingressos poderão ser adquiridos na Central de Ingressos do Brasília Shopping ao preço único de R$ 50. Cada ingresso dá direito a uma taça, a ser retirada no dia e local do evento, para a livre degustação de mais de 100 rótulos dosmelhores espumantes brasileiros, produzidos em vinícolas do sul do País e premiados em concursos internacionais. Além de degustar os espumantes,os visitantes do Brinda Brasil poderão provar diversos tipos de salgados com gordura reduzida, daSalgados do Brasil, saborear o chocolate belga da Kaebisch Schokoladen, encomendar móveis e objetos de decoração exclusivos da Casa Montiel, conferir os lançamentos da Premier Renault, entre outras atrações que combinam perfeitamente com um brinde. Para os apreciadores de espumantes, duas atrações especiais este ano são o BrutRoséGran Legado, que será lançado durante o evento, e o recém-lançado Ponto Nero Gold, da Domno, primeiro espumante das Américas elaborado com a adição de 25 mg de ouro 23 quilates comestível (por garrafa). De acordo com o enólogo Lucas Sarrini, um dos criadores do Ponto Nero Gold, o nobre metal não interfere no sabor da bebida, criada para atender a demanda de grandes festas, como as de debutantes, formaturas, casamentos etc. Sarrini, que estará no Brinda Brasil, destaca que o ouro comestível presente no espumante da Domno é produzido na Itália e certificado pelas exigentes normas europeias. O evento, realizado pela Sucesso Comunicaçãoe pelo Sindhobar, tem o patrocínio da Cisper, do Brasília Shopping e site Gourmet Brasília; e parceria da Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil – Seção Brasília (ADVB); do Brasília Shopping; Sebrae-DF; Sistema Fecomércio/Senac-DF; Superadega e ABS-Brasília. Vinícolas já Confirmadas: Adolfo LonaAuroraCasa PeriniCasa ValdugaDomnoDon LaurindoGran LegadoMonte PaschoalSaltonSanta AugustaValmarino Vila FrancioniVillaggio Grando Sanjo Serviço: Brinda Brasil – 2º Salão do Espumante de Brasília Dias 19, 20 e 21 de outubro de 2012 – Dia 19, das 18h às 22h; dia 20, das 11h às 23h; dia 21, das 11h às 22h Pontão do Lago Sul Venda antecipada de ingressos: Brasília Shopping
O ‘GERO/Brasília continua com o melhor atendimento da cidade, sob a gerência de Célio Freitas, sem que nenhum outro o ameaçe. Junte a isso um ambiente agradabilíssimo e o cardápio que se renova constantemente, talvez seja ele o melhor restaurante de Brasília. Das novidades, a que vem fazendo muito sucesso é a fregola, massa feita na casa em forma de micro-esferas que parecem estourar na boca.


Codorna com fregola; Bacalhau com carapaccio de abobrinha, cenoura, tomate cereja, crocante de alho poró e vinagrete.


Massa italiana com vôngole e abobrinha; Paleta de cordeiro assada, servida no próprio molho.

Massa recheada com cordeiro, molho parmesão e redução de vinho tinto.
Voltando aos comentários sobre as ampolas trazidas de Bs.As., partimos de um vinho totalmente diferente de seus pares de Mendoza ou Córdoba; longe disso. A começar pela região de produção, que situa-se no local mais austral do planeta, entre os paralelos 43-45 graus de latitude sul. Só comparado a região de Central Otago, na Nova Zelândia, do outro lado do globo. 

Na última edição da Vinum Brasilis 2012, este editor que vos escreve participou do juri da revista Prazeres da Mesa, que se encarregou de analisar os lançamentos dos vinhos deste ano das vinícolas convidadas. Foram 25 vinhos expostos aos crivo de um juri composto por 14 enófilos e sommeliers. Em 4 páginas (136-139) a matéria publicada neste mês de setembro e intitulada, pelo editor Horst Kissmann, de “Jovens Promessas”, lista todos os 25 vinhos provados, classificados pela média das notas dadas pelos provadores.
Confesso que foi uma experiência interessante minha participação neste evento. Os vinhos foram analisados às cegas, na sequência de 6 espumantes, 5 brancos e 14 tintos, das mais variadas características e procedências. A única coisa em comum entre todos era o fato de serem o primeiro lançamento do ano de cada uma das vinícolas participantes.
É claro que minhas avaliações individuais tiveram algumas notas parecidas e outras nem tanto, com a média global. Entretanto, submeto a vocês os cinco vinhos lançados este ano e que, na minha opinião, foram os melhores entre os 25 provados, e devem constar em suas adegas de ampolas nacionais. Eles estão na ordem de pontuação conforme as notas da minha ficha de avaliação original fornecida no evento da revista Prazeres da Mesa. Os mesmos encontram-se à venda no mercado para vossa escolha.




Fotos (começando acima a esquerda): 1.capa da matéria com o nomes dos jurados; 2. jurados durante a prova; 3.minha mesa de trabalho com a ficha de avaliação, 4.matéria da revista com as notas dos vinhos. 
Minhas notas individuais, a partir da esquerda: Dona Bita (90pts), Don Guerino (89pts), Gerações Salton (88pts), Almaúnica (85 pts) e Antonio Dias Merlot (85 pts).
PS: as notas médias finais dos jurados estão publicadas no alto de cada vinho, em vermelho.
O DCV promoveu na última terça-feira, 18/09/2012, uma degustação com os comentados vinhos de Goiás da vinícola Pireneus, pertencente a Marcelo de Souza. A vinícola fica a 930 metros de altitude, na Serra dos Pireneus, e começou a plantar uvas em 2005. Em 2008 eles engarrafam uma safra experimental. Com o sucesso resolvem comercializar a de 2010 que foi a que degustamos.

Uma curiosidade é que a colheita ocorre entre agosto e setembro como acontece no hemisfério norte. O clima é bem particular com seis meses secos, pluviometria baixa, dias quentes e noites frias.


A região tem vocação para vinhos intensos, potentes, com estrutura, muita extração, teor alcoólico alto, bem novomundista e é com esse perfil que os vinhos Bandeiras e Intrépido se apresentam.


O Bandeiras Barbera 2010 é predominante Barbera (85%) com 10% de Tempranillo e 5% de Sangiovese. Atinge 15% de graduação alcoólica e 70% do vinho passa por madeira de segundo uso. A metade desses 70% vão em carvalho americano e a outra em francês. Apesar de toda intensidade é um vinho muito equilibrado, com taninos educados e bastante aromático.


Intrépido Syrah 2010 tem 14,5% de álcool e 87% de Syrah com 13% de Tempranillo. Esse vinho tem mais extração que o anterior, é mais encorpado e possui taninos mais agressivos. É um exemplar para se guardar ou para quem aprecia vinhos mais encorpados. Novamente 70% do vinho estagia em carvalho, porém novo.


Ambos os vinhos surpreenderam e encantaram os participantes que deixaram de lado a possível desconfiança e preconceito e quiseram adquiri-los ali mesmo.
