O restaurante Dom Francisco e a Importadora Mistral realizam no próximo dia 07 de junho (terça-feira), jantar harmonizado com vinhos da conceituada Adega Luis Pato. A noite será conduzida pelo proprietário e enólogo da vinícola portuguesa, sr. Luis Pato, que, entre outros produtos, apresentará o Abafado Molecular, vinho inovador criado para acompanhar pratos inventivos como os do espanhol Ferran Adrià.
O jantar harmonizado será realizado no Dom Francisco da 402 sul, a partir das 20h30, ao custo de R$ 100,00 (cem reais), por pessoa, com serviço incluso.
Informações ou reserva pelo telefones:
(61) 3224-1634 ou 3321-0769
Cardápio:
Drinque de boas vindas
Espumante Maria Gomes
Entrada
Salada de bacalhau com feijão manteguinha
Vinhas Velhas branco 2008
Primeiro Prato
Polenta Bramata em cama de cogumelos
Luís Pato Baga 2006
Segundo Prato
Ossobucco de javali acompanhado de batatas rústicas
Quinta do Pôpa Touriga Nacional 2007
Sobremesa
Torta trufada de chocolate
Abafado Molecular tinto 2009
Água mineral, chá, café espresso

A Vinícola Domaine de La Charmoise, situada na parte oriental de Touraine, a 30 km de Blois, no Vale do Loire, é famosa pela produção de Gamay. Todos os vinhos são elaborados sob a supervisão de Henry Marionnet, considerado um dos grandes produtores Gamay. O Gamay Le Cépages Oubliés é um dos principais vinhos de Marionnet. Deve ser sevido um pouco mais resfriado, entre 10 e 12 graus. França, R$ 62,00.
“As vendas de vinhos brasileiros em embalagem Bag-in-box (caixas Tetra pak) aumentaram em 1.000% em apenas dois anos, saltando de 85,2 mil litros para mais de 1 milhão (estimativas p/ 2011). Com história recente de apenas seis anos, embalagem bag-in-box já é utilizada por 56 vinícolas brasileiras”. Com esta declaração do Presidente da Ibravin, confesso que assustei ao fazer esta matéria, pois ao pesquisar vinhos para compra é difícil achar mais que meia dúzia à disposição no comércio.

Perfeição. Essa é a palavra que define esse Corton do Domaine Prince Florent de Merod. Não é por acaso que o Domaine de La Romanée-Conti arrendou três parcelas desse produtor (Clos du Roi com 0,57 Ha, Bressandes 1,19 Ha e Renardes 0,58 Há) e a partir da safra 2009 os vinhos serão etiquetados como DRC.
macio, sem tanino algum para incomodar e ótima acidez. No auge ao extremo. Uma elegância rara. Como é bom abrir um vinho nesse estágio. Os vinhos deveriam vir com um dispositivo que avisasse seu auge.
Este vinho exibe uma cor intensamente violeta e profunda. Esta safra do Arboleda Carmenère revela uma penetrante mistura de aromas. O vinho se abre com notas doces de especiarias que lembram canela e baunilha, com características de pimenta negra e pimentão vermelho assado. Tudo entrelaçado com toques de cedro, moca e notas de chocolate provenientes do envelhecimento em barricas que contribuem com a complexidade do resultado final. Chile – R$ 85,00 – Expand. 
Fantástico vinho branco do Loire, feito pelos irmãos Charly e
Nady Foucault, o Clos Rougerad “Brézé” infelizmente não tem importador no Brasil. Vinho da apelação Saumur, os irmãos Foucault sempre usam madeira nova no feitio sem deixar que a mesma predomine no sabor. Esse é um vinho que todo amante de brancos deve conhecer um dia. Chenin Blanc de cor levemente dourada e aromas diversos e intrigantes como, resina, esmalte, menta, côco, lácteo. O exemplar tomado foi da safra 2006 e é bastante difícil de encontrar devido à pequena produção. Eles também fazem uns tintos em Saumur-Champigny, que não é uma apelação com grande reputação mas, quem já provou, diz que são incríveis.
As mudanças em Haut-Brion continuam. Na safra 2007 o Bahans Haut-Brion, segundo vinho do tinto Château Haut-Brion, mudou de nome e de garrafa. Passou a se chamar Le Clarence de Haut-Brion e a ser engarrafado na mesma garrafa do primeiro vinho.
Já havia conhecido esses espumantes da Borgonha (Crémant de Bourgogne) no início de 2010, quando estiveram no Brasil procurando importador. Houve interesse de alguns importadores pequenos e como estavam procurando um grande importador, o negócio não se concretizou. Retornaram esse ano para nova tentativa. Os vinhos (eles só produzem espumantes) são exportados para diversos países e, quem sabe, este ano chegam ao Brasil.
mas não espere a cremosidade, aromas e potência de grandes champagnes. O diferencial deles é um espumante rosé, recheado de ouro em folha, 24 kilates, comestível segundo os proprietários. O rótulo é feito à mão, em uma placa dourada de muito bom gosto, e quando as partículas de ouro ficam em suspensão, a vontade de provar é inevitável. A vinícola se chama Maison Parigot et Richard, fica em Savigny-Lés-Beaune na Borgonha, e quem apresentou os vinhos no Brasil foram Grégory Georger (quinta geração da família) e sua esposa, a brasileira Carolina Licati. Espero que encontrem representante por aqui, tenho certeza que será um sucesso.
Não é todo dia que provo vinhos californianos (EUA) mas fiquei curioso em conhecer este exemplar da conceituada Stag’s Leap. Esta vinícola norte americana tornou-se célebre quando em 1976, com seu vinho Stag’s Leap Cabernet Sauvignon 1973 “superou”, numa degustação às cegas na França, cultuados vinhos de Bordeaux. Este episódio do mundo do vinho ficou conhecido como o Julgamento de Paris, que virou livro e filme.