Em comemoração ao ano da França no Brasil, o Sesc juntamente com a Embaixada francesa e a Ars
Latina, trouxe ao Brasil a exposição “Obras Primas dos Museus da França”. Essa exposição, que já passou por mais de 50 países esteve em Brasília no período de 04 a 20 de Setembro de 2009 nas esplanadas dos ministérios.
A exposição é constituída por obras dos museus do Louvre, Guimet, d´Orsay, Chatres, Lille, Lyon, Orléans, Museu Nacional de Arte Moderna, Museu Nacional de Moyen Age e Museu de Belas Artes de Caen. São reproduções fotográficas, de altíssima qualidade, do acervo dos principais museus franceses. O tamanho dessas reproduções são variados, mas procuram respeitar o formato original das obras.
Para melhor compreensão do público, seguindo a sugestão da curadoria realizada pela Ars Latina, as obras foram divididas em 07 departamentos:
1- Antiguidades Orientais – As obras desse período mostram um panorama das civilizações estabelcidas na Mesopotâmia, berço da escrita.
2- Arte do Extremo Oriente – Contendo 7 obras, mostrando obras funerárias, estatuetas e figuras de simbolismo religioso.
3- Antiguidades Egípcias – Marcada pelo conservadorismo, formalidade e atribui importância à divindade e à morte.
4- Antiguidade Greco Romana – Ensina o homem a visualizar deuses e heróis com belas formas. Fazem parte desse departamento, esculturas, fragmentos de esculturas e sarcófagos.
5-Objetos de Arte e Esculturas – 16 objetos representando uma belíssima arte sacra, como a cabeça de Adão, de 1260, que ornava originalmente a fachada da catedral de Notre-Dame de Paris, esculpida em pedra policromada, com 2 metros de altura. Há também, O Escravo, de Michelangelo, esculpido para a tumba do papa Júlio II.
6- Pinturas – Contém o maior números de obras dessa exposição, e é o meu departamento preferido. São 52 reproduções englobando Cézanne, Gauguin, Van Gogh, Renoir, Picasso, Da Vinci, Caravaggio, Manet, Vermeer, DeLacroix, Goya, Monet e outros.
7- Artes Gráficas – 23 reproduções incluindo desenhos, litografias e gravuras. Esse departamento está representado por Matisse, Soulages, Léger, Gris e Débré.
Durante três anos o acervo irá circular pelo Brasil, sob responsabilidade do SESC-DF, o que será grande oportunidade de ter acesso a reproduções de qualidade, de obras-primas impossíveis de serem reunidas em um mesmo recinto. Portanto fique de olho, para quando a exposição passar pela sua cidade, você não perdê-la.
Foto da tela da esq.: Renoir (Baile do Moulin de la Gallete-1876), foto da tela da dir.: Picasso (Retrato de Dora Maar-1937). É permitido fotografar, levem suas máquinas.



Agradecimentos ao Guilherme Rodrigues, que me forneceu o link sobre essa degustação:
Prelúdio 2007, Campos de Cima da Serra, Brasil. Vinho tinto, 12,7% de teor alcoólico, 70% Merlot, 20% Cabernet Sauvignon e 10% Cabernet Franc. Adquirido diretamente da vinícola: Tormentas – www.tormentas.com.br . Um vinho 100% natural, livre da madeira e do SO2 (dióxido enxofre). R$ 40,00.




de Pessac-Léognan, na classificação do Médoc de 1855. As uvas que fazem parte do corte do Bahans são cabernet sauvignon, merlot e cabernet franc, e a proporção varia a cada ano, dependendo da qualidade da colheita de cada uma destas castas. Esse tem 73% de c.s, 22% merlot e 5% c.franc.
Luxemburgo assumiu a presidência do Domaine Clarence Dillon (empresa que controla algumas propriedades em Bordeaux, incluindo o Haut-Brion), e anunciou que esse vinho à partir da safra 2007, se chamará “Le Clarence de Haut-Brion”, em homenagem ao bisavô. O vinho não sofreu mudança só de nome, o rótulo também foi mudado, se parecendo bastante com o do primeiro vinho da casa, e a garrafa deixou de ser aquela de formato clássico Bordeaux, sendo engarrafado na mesma do Haut-Brion.
ACABAMOS DE FAZER UMA ATUALIZAÇÃO