Foi com grande alegria que vi a sala de degustação da ABS, no Shopping Pátio Brasil, cheia como há muito não via. Deve fazer 01 ano e meio que não vou a uma degustação da entidade, que andou bem devagar nesses últimos tempos. Não havia lugar vago para a apresentação dos vinhos de uma das mais novas importadoras do Brasil. Vinissimo é seu nome, e para essa apresentação trouxeram Arthur Azevedo, ex-eterno presidente da ABS-SP. Estavam também presentes Wlamir Rizzo, presidente da importadora, e sua esposa Solange, Antonio Duarte- presidente da ABS-DF e Marcos Antonio Gomes, representante da importadora em Brasília, que anunciou que os vinhos degustados já se encontram à venda na Art du Vin (QI 03, bl. D loja 8, tel.3365-4078).
A degustação conduzida por Arthur Azevedo foi muito rica em detalhes sobre os vinhos e seus produtores. Os vinhos de grande qualidade foram:







Dog Point 2009– Sauvignon Blanc sem madeira, da Nova Zelândia (Marlborough). Bem refrescante, com seu herbáceo característico. Ele também tem a versão com madeira desse vinho.
Pinot Gris Cuvée Reserve 2008 (Domaine Martin Schetzel-Alsácia/França)- Vinho totalmente Biodinâmico, sem madeira e com mínimo de SO2 somente no engarrafamento.
Gewurztraminer Cuvée Reserve 2008 (mesmo produtor)- Aromas maravilhosos de lichia e rosas, com leve amargor, baixa acidez, mas que termina com um leve adocicado na boca.
Daisy Rock Pinot Noir 2008 (Nova Zelândia)- Aromas de frutas passadas, rosas murchas, boa acidez e cor característica de pinot.


António Saramago Reserva 2005 (Portugal)- 100% castelão, um belo exemplar dessa uva. Para quem gosta dessa casta, um vinho imperdível.
Château Belleuve de Tayac 2005 (França-Margaux)- Um vinho assinado por Jean Luc Thunevin já merece polêmica. Apesar de ser do lado esquerdo de Bordeaux, onde predomina a C.S. esse vinho tem predomínio de Merlot (70%). Denso, encorpado e tânico de uma safra excelente em Bordeaux.
Lo Schiavone 2005 (Castello Sonnino-Itália)- Um supertoscano feito com 55% sangiovese e 45% malbec.
Mas Del Rey (Jacques Montagné- Languedoc-Roussilon/França)- Outro belo vinho feito de 60% carignan e 40% grenache.
A Vinissimo e ABS estão de parabéns por essa ação conjunta, apresentando vinhos de grande qualidade e diversidade geográfica.

EU JÁ SABIA… YÉAH!!
gostoso, hein!! Ufááhh… No mês passado abri quatro garrafas que ficaram na memória e gostaria de dividir com vocês a experiência. Estes rótulos fazem parte da nova atualização que fizemos no ranking de
A artista plástica gaúcha radicada em Florianópolis, Eliane Prezzi de Zorzi, está expondo suas telas na Galeria de Arte da Vinícola Villa Francioni em São Joaquim. A abertura oficial da exposição aconteceu no sábado dia 10/07/10. A artista que ganhou projeção internacional dedicando sua arte sobre o olhar dos animais e suas personalidades, vai mostrar também telas tendo como tema a energia. Serão 15 quadros de tamanhos que variam entre 50x150cm, 100 x 100 cm, 140 x 140cm. A exposição permanece até 11 de setembro e vai se chamar “Do Finito ao Infinito”.
Em menos de um mês, me deparo com outra garrafa de um vinho do Philippe Leclerc, novamente apresentada pelo amigo Guilherme (Um papo sobre vinhos). Como já havia dito na postagem de
A revista GOSTO completa um ano de vida e põe nas bancas uma edição (n.12) imperdível, para colecionar. A revista surgiu de uma dissidência da revista Gula, que passou por reformulações e não conseguiu manter o mesmo nível. Como meu interesse maior são os vinhos, todo mês dou uma folheada na seção, se me interessa compro, se não, espero a próxima edição. Dos doze números até agora, confesso que comprei cinco exemplares, e o último foi o de março/2010. Ao folhear essa edição de aniversário não tive dúvidas, é para comprar e guardar.
(Gosto se Discute) uma discussão saudável sobre o velho e controverso assunto, taxa de rolha. Ainda um pouco antes de entrar na seção propriamente de vinhos, uma comparação (Gosto de Provar) dos menus degustações do D.O.M. e Maní.
Paul Hobbs deverá vir ao Brasil no próximo dia 12 de julho, juntamente com o enólogo e seu sócio Luis Barraud, para apresentar sua linha de vinhos argentinos da Viña Cobos. Hobbs faz vinhos na Argentina, Chile e em seu país os EUA. Ele foi um dos enólogos que participaram da criação do ícone americano Opus One. Hoje tem sua própria vinícola na Califórnia, onde faz vinhos Chardonnay, Pinot Noir e Cabernet Sauvignon.
chardonnay novo mundo, com madeira na medida, sem os exageros comuns encontrados facilmente nos vinhos do novo mundo.
Dando sequência à cobertura da Vinitaly, Alessandra Rodrigues nos traz a segunda parte:
propriedades afrodisíacas…Biscoitos com especiarias e vinhos romagnolos – combinação perfeita!!
Um vinho para surpreender. Não que seja um desconhecido, mas porque muitas pessoas no Brasil não o conhecem verdadeiramente. Bebi recentemente uma coisa de outro mundo, ou melhor de outro planeta! Esta ampola é certamente algo para elevar a alma. Espirituoso. Rezar, orar e pedir aos deuses que iluminem as mãos que o produziram…Não vou estender mais o segredo e abrir logo o jogo. Trata-se nada menos que o fantástico
(para uma garrafa que por baixo custava +400,00!). Verdadeiramente um ponto negativo do restaurante, que deixou um certo amargor na boca. Verdade seja dita, a carta de vinhos é ótima, de muito bom gosto e variadíssima tanto em preço quanto em rótulos. Mas, enfim…UMA PENA a falta de sensibilidade do gerente!! Aliás, interessante notar que os restaurantes daquele Clube andam dando umas “tacadas” bem exageradas [risos]. Há dois meses paguei um valor parecido por um vinho levado ao restaurante Oliver – Clube de Golfe, nas mesmas condições.
Na boca nem preciso contar; era puro veludo, descia redondo como a jabulani da Copa de futebol. Este “puro sangue” lembrou um magnífico claret (Grand Cru) francês apesar do intenso corpo. Mas era um italianíssimo Barolo de alta estirpe, de uvas Nebbiolo. Um DOCG para nenhum brasileiro leigo botar defeito. Aos que me conhecem sabem que não repito vinho, mas por este Barolo Prunotto vou quebrar meu paradigma: voltarei a prová-lo, certamente. A garrafa veio da Itália mas é encontrado em qualquer loja da Expand. Nota surpreendente: 96 pts !!
Mâcon-Village Domaine Valette 2005. Um vinho natural, sem adição de sulfitos, chaptalização nem acidificação, com leveduras indígenas, de uma denominação de menor importância no sul da Borgonha, feito 100% de chardonnay. Uma cor bem amarelada, com notas de oxidação, e aromas de resina, amêndoas e mel. Corpo médio a encorpado, colheita manual de vinhedo com idade média de 75 anos, e amadurece nas barricas de carvalho, sobre as borras finas por até um ano.