MIOLO INICIA VENDA DE DOIS NOVOS RÓTULOS, resultado da parceria com produtores italianos, escolhidos com esmero para tomar parte da homenagem da Miolo Wine Group à descendência italiana da família. No sábado passado, em um almoço no Dom Francisco da 402 Sul, nos foi apresentado os dois vinhos italianos trazidos ao Brasil pela Miolo. Trata-se de um Sangiovese clássico delicioso e um Barolo safra 2005; um vinho de grande personalidade, ainda jovem mas casou bem com o pato assado servido pelo anfitrião da tarde, Edinho Monteschio. Participaram da prova os amigos Edinho (proprietário), o parceiro de Blog, Eugênio, além do próprio Jorge e Eleonora, ambos da Miolo. Foi uma gostosa tarde em que se comeu e bebeu muito bem, como manda a tradição dos fabulosos vinhos italianos [risos].Barolo Giovanni Rosso 2005 é produzido por Giovanni em Serralunga, Piemonte. Ainda jovem para 2010, melhor beber em três anos, mas mostrou grande potencial de envelhecimento, pois estava delicioso à boca. Ótima estrutura e bastante carnudo, com elegância e personalidade. O ataque tânico existia mas nada de agressivo, pois uma boa carne de caça assada dá conta do recado. Envelhecido 36 meses em barricas de 250 lts, tem médio corpo e aromas cereja e amoras. De colheita manual e sem filtragem fazem desta ampola uma impecável escolha. Delicioso. PRAZEROSO!
Podere San Cristoforo Carandelle é elaborado com sangiovese na fantástica Toscana, região que cresce a olhos vistos no mundo do vinho. Seu produtor Lorenzo Zonin é de família de vinicultores desde 1821. Aromas de frutas vermelhas e especiarias. Volume equilibrado, com excelente persistência e taninos macios. Estagia um ano em carvalho. Combina esplendidamente com massas, lasanha e capeletti, assim como frios e queijos finos. Ou seja, completo à mesa!
Os vinhos podem ser comprados na Adega do Vinho, ao lado do Posto Shell, na rodovia de entrada da Feira do Paraguai. Fone: 3233-0004 ou 3343-2626 (Sudoeste Qd.104). Preço 75 reais ao Sangiovese e 210 para o Barolo.


Dia 6/8 (6a.feira), entre vários apreciadores de vinhos, fomos convidados pela loja VINCI Vinhos a degustar rótulos espanhóis no restaurante DUDU Camargo, com presença de tops Chefs da Cidade, como: Francisco Ansiliero, William Babel, e Rodrigo Almeida do DUDU da 303 Sul. Foram seis vinhos especiais de 4 bodegas representadas pelo gerente Jorge Sosa, vindo direto da Espanha. Vejam a qualidade dos vinhos mostrados. Na foto: Marly Dias (Bordeaux-VINCI) e Jorge Sosa (Bodegas Naia-Nora-Del Cénit-ManoaMano).

William Cole Columbine Reserva Cab.Sauvignon 2003 é produzido no Chile pela W.Cole, no Vale Casablanca. Vinho de estilo elegante com evidência de frutas maduras e elementos da madeira como a baunilha. Estagia em barricas de carvalho francês e americano durante 8 a 12 meses. R$ 70,00 – Ana Import.
A Mistral tem o melhor portfólio de vinhos do Brasil, são inúmeras opções de produtores, preço e qualidade. Alguns meses atrás, recebi um e-mail de uma campanha da importadora, para vender o vinho Font de La Figuera 2007. Um segundo vinho do espanhol Clos Morgador da região do Priorato. A campanha eletrônica o alardeava como “o vinho que bateu o Petrus”, divulgando uma nota da Wine Spectator, maior para o vinho espanhol que para o Petrus da mesma safra 2007. Não dou a mínima para as notas, mas resolvi pesquisar e concluí que a importadora usou de um argumento falho, uma falácia, para persuadir o consumidor. Explico, em momento algum, a Mistral esclarece que a revista não fez uma degustação entre os dois vinhos, nem às cegas nem às claras. Não diz também que o vinho espanhol foi avaliado por um de seus editores Thomas Matthews, que só degusta Espanha, em uma avaliação apenas para internet, em data totalmente diferente da avaliação do Petrus; que foi avaliado por James Suckling (que trabalhou por 30 anos na revista, mas saiu esse ano), para revista impressa de março de 2010.
Ducru-Beaucaillou é sempre um grande Bordeaux, e esse 2001 não seria diferente. Porém esse exemplar me surpreendeu pela elegância exagerada para um vinho 2001. Uma cor mais para o rubi, com bastante evolução, médio corpo e taninos muito sedosos, nem parecia aqueles Super-Bordeaux, que precisam de no mínimo uns 15 anos para começar
a evoluir. Confesso que achei que o vinho ainda ia estar duro, como um 2002, desse mesmo chateau, que havia tomado e achado que além de tânico, tinha um mentolado excessivo.





Os vinhedos são plantados no topo da colina, cujo solo é bastante calcário. As plantas são conduzidas em espaldeira, sendo o cultivo cuidadoso e praticado sob uma produção integrada com grande respeito ao meio ambiente. Um vinho feito no Uruguai, com uma casta francesa, gerando um vinho com acidez, bem aromático e estruturado. Sem passagem por madeira, uma bela surpresa do Uruguai. R$ 40,00 na Premium. Em Brasília na Art du Vin.